Atualizado 30/01/2018

Defesa Civil contabiliza mais de mil pessoas desalojadas e 155 desabrigados após chuvas em SC

Último boletim foi divulgado na manhã desta sexta (12).

 (Foto: Eveline Poncio/NSC TV)
(Foto: Eveline Poncio/NSC TV)

Chega a 1.710 pessoas o número de desalojados em Santa Catarina, ou seja, que saíram de casa preventivamente por conta das chuvas fortes entre quarta-feira (10) e quinta (11), conforme informou a Secretaria de Estado da Defesa Civil na manhã desta sexta-feira (12). Duas pessoas morream e dois estão desaparecidos. 

 

As mortes foram de um homem em Florianópolise de uma menina em São João Batista. Decretaram situação de emergência por causa das chuvas os municípios de Florianópolis, Porto Belo e Itapema.

 

 

O último boletim foi divulgado às 7h desta sexta. Ainda de acordo com o órgão, não há novas ocorrências nesta manhã de sexta, são apenas atualizações da situação até quinta-feira, após repasse de informações das prefeituras.

 

Até as 21h de quinta, o órgão apontava 485 pessoas desalojadas. Segundo a Defesa Civil, o aumento para mais de mil se dá, principalmente, pelas pessoas que tiveram que sair de casa na capital catarinense.

 

 

 

O número de desabrigados também aumentou. Antes eram cinco contabilizados. Nesta manhã, já 155 estão em abrigos.

 

O número de afetados pelas chuvas e cidades atingidas permanecem os mesmos: 3.751 pessoas e 21 municípios.

 

 

 

Veja as cidades afetadas

  • Lauro Müller
  • Imbituba
  • Florianópolis
  • Braço do Norte
  • São José
  • São João Batista
  • Biguaçu
  • São Francisco do Sul
  • Penha
  • Itapema
  • Balneário Camboriú
  • Itajaí
  • Bombinhas
  • Navegantes
  • Taió
  • Camboriú
  • Porto Belo
  • Governador Celso Ramos
  • Tijucas
  • Palhoça
  • Canoinhas

 

 

Previsão do tempo

 

A sexta-feira (12) é de tempo instável em boa parte das regiões. No Oeste, Serra e parte do Norte catarinense o sol deve aparecer em boa parte do dia. Há predominio de nuvenens

 

De maneira isolada, há chance de chuva forte com volumes significativos, mas nada parecido com o que ocorreu na quarta-feira (11) ou nos últimos dias no litoral.

Fonte: G1
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