Atualizado 06/12/2017

Em Sochi, Tite exige "qualidade máxima" do gramado que receberá a Seleção

Preparação para recepcionar equipe custou 2,2 milhões de euros.

Foto: Lucas Figueiredo / CBF / CP
Foto: Lucas Figueiredo / CBF / CP

Técnico da seleção brasileira, Tite espera contar com um gramado com nível de excelência máxima para a base do Brasil na Copa do Mundo da Rússia, no próximo ano. Por isso, nesta segunda-feira, o treinador visitou a cidade de Sochi, o local que será usado pela CBF como a "casa" da Seleção no Mundial de 2018.

 

O jornal O Estado de S.Paulo revelou com exclusividade que o gramado e a preparação do pequeno estádio estão custando um total de 2,2 milhões de euros (cerca de R$ 8,5 milhões), pagos pelo Ministério dos Esportes da Rússia.

 

A grama foi semeada há uma semana e a perspectiva é de que esteja pronto em março, quando começa a primavera russa. Neste fim de semana, mesmo durante a noite, um trator com luzes percorria o futuro gramado, preparando a terra. Enquanto os operários cortavam barras de aço, cavavam e trabalhavam no gramado, crianças praticavam esportes na pista de atletismo ao redor, sob os olhares de severos treinadores.

 

"As sementes vieram da Bélgica", contou à reportagem Alexander Khomenkov, dono da empresa que está preparando o local: a Intersportstroy. Segundo ele, a terra também teve de ser transportada de outras regiões da Rússia, viajando mais de 2 mil quilômetros.

 

Khomenkov ainda planeja colocar placas ao longo do campo para garantir a Tite uma certa privacidade para poder realizar inclusive treinos secretos. Mas, à beira do Mar Negro e aos pés de morros, o local é de fácil acesso visual a partir dos prédios e lajes nas redondezas.

Fonte: CP
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